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O comércio digital evoluiu. Veja como crescer com ele e fazer parte do futuro.

A evolução do comércio digital com o fortalecimento do público consumidor deve ser acompanhada por todos os setores que envolvem a compra do clique à casa do cliente. Por isso, mais que uma solução logística, os negócios devem procurar uma evolução logística. 

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Quem já comprava online se surpreendeu com a rapidez da entrega. Quem não tinha o hábito de adquirir produtos pessoais e domésticos pela internet gostou da praticidade. Ao reduzir a circulação para ajudar a conter a pandemia da covid-19, o brasileiro acelerou a sua entrada no Primeiro Mundo do consumo – e não quer sair mais.

Entre 2019 e 2020, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), as receitas com vendas pela internet cresceram quase 70% em 2020 ante 2019, atingindo 126,3 bilhões de reais, e 20 milhões de consumidores passaram a comprar nos estabelecimentos digitais. Cerca de 150 mil lojas foram abertas, e a gama de produtos oferecidos e demandados se ampliou bastante, incluindo itens de baixíssimo valor. “Nunca se vendeu tanto papel higiênico como agora. E, no segmento de vestuário, as peças de underwear estão entre as mais comercializadas”, disse Marcelo Vieira, diretor da Abcomm-RS, em evento organizado em parceria com a Loggi.

Geralmente, é a variedade de uma loja que atrai o consumidor. Mas é a entrega que determina o grau de satisfação com aquele estabelecimento virtual e a intenção de voltar. “Antes, a gente lidava com sonhos. Agora, com necessidade”, disse Ariel Herszenhorn, vice-presidente da Loggi. “Quem não mora nos grandes centros pode não encontrar o produto desejado em outro lugar que não a internet.”

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As opções de transporte cresceram, permitindo a escolha de acordo com a ocasião. Por exemplo, um consumidor que perde o celular precisa que o novo chegue rápido – e está disposto a pagar pela velocidade. O que ainda está com o velho e pretende trocar consegue esperar um pouco mais, aproveitando uma taxa de entrega mais barata. E, dependendo do produto, pode ser mais relevante conseguir agendar a entrega do que ter uma entrega rápida ou barata. Além dos custos e da velocidade, o consumidor precisa ficar atento à qualidade do transporte. Ninguém quer receber um produto danificado.

A Loggi é uma das empresas de logística que aprimoraram e ampliaram seu serviço durante a crise. “Nosso diferencial é a tecnologia. O software que seleciona e direciona as encomendas automaticamente de acordo com o destino garante a rapidez”, disse Tamara Waihrich, gerente de vendas da Loggi.

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March 20th to 25th
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